Acerca de mim
- Diogo Pereira
- Ponta Delgada, Açores, Portugal
- relizador e produtor a minha inspiraçao estará para sempre deitada nos açores, contém uma mistura de magia e genuidade que me surpreende. diogao_asp@hotmail.com
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Historias de um Lugar (entrevistados por patricia bull)
Deixo aqui escrito embora nao esteja na entrevista o nosso agradecimento ao Senhor Zeca Medeiros pela sua colaboração no nosso filme.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Histórias de um Lugar
O filme conta a historia de uma rapariga, Maria, que quer ser pintora e o sacrificio que a sua familia faz para poder-lhe dar a possibilidade de continuar a estudar. No entando na historia também aparece um o louco do avô e o autista do irmao. Tem ingredientes suficientes para passares um bom bocado.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
A Crise
É uma situação que pode acontecer de verdade pá.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Young? Creative? Chevrolet!
sábado, 24 de janeiro de 2009
Videos do Psicko
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
História de Maria
António de pouco sabia de pintura ou desenho mas ao ver um desenho que Maria havera feito do pequeno cachorro que rodava a carrossa logo de manha quanto Antonio montava o cavalo para ir para as vacas, Antonio reparara no pormenor do desenho e como este o fez sentir mal quando batia no cachorro quando este nao saia do caminho, o pequeno desenho de Maria havera feito Antonio sentir algo e este teve logo a certeza que Maria tinha de ser uma artista porque ela fazia despertar sentimento através de uns traços num papel a um homem duro como ele.
António e Alda, mãe de Maria, primeiramente tiveram o Rui, o irmão de Maria, mas este havera nascido com um problema mental que o impedia de falar Rui apenas segui-a Antonio para todo o sitio, pouco ele fazia, ás vezes apanhava pequenas coisas do chão e colocava na boca, mas Maria sabia que Rui era mais esperto do que parecia. Maria uma vez na mesa a jantar deixou cair o garfo para o chão, afastou a cadeira e joelhou-se para o apanhar, ao olhar por entre os pés da mesa reparou que Rui tinha uma mão em cima da perna e os seus dedos estavam mexendo para baixo e para cima, como se estivesse a tocar nas teclas de um piano, e reparou que eles mexiam-se em cada som de cada silaba de cada palavra que saia da boca de Antonio, Maria reparou que Rui não era o distraido que pensavam ser, ele prestava mais atenção ao mundo que todas as outras pessoas, ele através da ponta dos dedos tocava os sons do que o rodeava, Maria reparou que Rui era especial.
Certo Domingo estavam na Igreja, celebrando a missa, toda a comunidade se encontrava lá, o padre estava acabara de dar o sermão e um pequeno silencio se fazia enquanto o Padre voltava para o seu lugar, Rui que estava sentado ao lado de sua irmã, nos ultimos bancos da igreja, começou do nada a tocar nas pernas com as pontas dos dedos, fazendo um pequeno barulho parecido com as patas de um rato a passar pela madeira, Maria olhou para ele, depressa veio á mente de Maria que Rui estava a ouvir algum barulho e tava a toca-lo com a pontas dos dedos, mas um silencio rodava a estrutura paroquial, todas as pessoas estava caladas e mal se mexiam, Maria olhou denovo para Rui ele estava a tocar cada vez com mais força, chegando até a dar murros na perna, o som já se fazia notar uns bancos á frente, as pessoas começavam a olhar para trás, Maria tentava perceber que som o fazia enfurecer dessa maneira, mas o silencio instalara-se na sala por aqueles segundos, interropendo o silencio estavam os murros de Rui que chegavam agora a todas as pessoas, de instante todos olhavam para Rui, até que o padre voltou se para o publico e gritou para Rui
- Jovem! Mas...
O chão mexeu-se, mexeu-se com uma força violenta, tudo na igreja tremia fortemente, as velas, os bancos, as portas...todos juntos faziam um barulho semelhante a uma caixa de fosforos quanto cai aos chão e os fosforos chocamlham no interior, a terra tremia, as pessoas gritaravam e tentanvam vir para o exterior, mas eram empurradas de um lado para o outro como fosforos numa caixa.
Rui agora dava murros com as duas maos, Maria gritava com ele, puxando-o com toda a sua força para fora da igreja.
- Rui...consentrate na minha voz!!
De repente Rui para de dar murros e no mesmo instante o chão parou de tremer.
...................................continua.........................
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
História do Abílio
Era uma vez um homem, chamado Abílio, era pescador, trabalho que no tempo antigo era o mais façíl de executar, encontras a tua cana e vais até ao mar tentar a tua sorte, e como pobre que era ao nível da sua pobreza está a sua frustaçao, e para matar a frustaçao que sentia, bebia, frustaçao de viver e de ter nascido pobre, de dinheiro e de espirito. Então todos os dias ia ao mar, com sua cana de pesca e o seu garrafão de vinho, negociava com José de Oliveira, que trocava uns chicharros por um vinhinho que fazia de companheiro a Abílio.
Chegava á sua pedra favorida, uma pedra suave que ao sentar-se nao magoava o rabo, colocava o fio na cana, metia uma minhoca no anzol e atirava-o á agua, por vezes ficava a olhar as pequenas ondas que batia em baixo da sua pedra, achava interessante a incistência do mar, vinha a onda batia na pedra, rebentava, vinha atrás outra vez, formava-se de novo, voltava a bater na pedra, rebentava, voltava a trás denovo, nao percebia tal teimosia do mar, sabia sim que ás vezes a teimosia maritima levava umas vidas humanas, por isso como nao sabia nadar afastava-se sempre que vinha uma grande onda que o fazia levar com pingos de agua na cara, e outras vezes que estava bebado e nao tinha tempo suficiente para se afastar um pouco abertava as nadegas e levava como a maioria da agua. Todos os dias era assim, todos os dias Abílio solitário apanhava uns chicharros que trocava com José, Abílio nao sabia outra coisa. Nunca precisou de saber outra coisa, até que um dia a teimosia do mar o trouxe uma coisa que o iria mudar a vida, este dia ficaria eternamente marcado na pequena mente de Abílio. O dia começou normalmente, Abílio levantou-se bebeu um pouco de vinho, calçou as botas, vestiu a sua roupa velha, foi ao quintal buscar as minhocas, pegou na cana e no fio, e fez-se ao caminho de garrafaão na mao, chegou ao mar, sentou-se na sua pedra, colocou o fio na agua, encostou suas costas na pedra e pegou no garrafão, tudo isto acontecia todos os dias, da mesmas exacta maneira, mas neste dia particular outra coisa aconteceu. Abílio estava sentado na sua pedra, bebendo do seu vinho, e olhando a teimosia estupida do mar, do nada Abílio ouviu risos, olhou para a esquerda, de onde vinha tais sons, o coraçao de Abílio saltou, durante todos os anos que vinha ao mar nunca tinha visto ninguém, voltou a ouvir risos, depressa percebeu que eram risos femeninos, puxou a cana e colocou-a em cima da pedra ao seu lado para a teimosia do mar nao a roubar, pegou no seu garrafão, pois deste nunca se separava, subiu uma pedra que o impedia de ver para lá da pequena baia onde pescava, os risos de novo se fizeram notar, devagar Abílio subiu a pedra e olhou para o sitio de onde tais sons se criavam, pela agua viu o que parecia um peixe a nadar rapidamente, o som das pequenas ondas a bater nas pedras escondia por vezes os som dos risos, espreitou entre as pedras, viu cabelos molhados os mais brilhantes que alguma vez vira, viu seios, que depressa o deixaram excitado, os mais lindos e redondos seios femeninos, duas mulheres sentadas junto á agua, dois rostos lindos, o coraçao de Abílio saltava fortemente, subiu um pouco mais, mas algo o fez baixar-se rapidamente, Abílio observou aquilo que mudou a sua vida e o fez desejar algo, levou as maos á testa e apertou-a, respirou fundo e voltou a levantar-se para olhar de novo, olhou com mais atençao, ao olhar para a cintura destas jovens reparou que estas nao tinham pernas e em vez disso tinham o que parecia uma cauda de peixe, com escamas, como uma cauda de bacalhau, Abílio mesmo tendo uma mente pequena sabia que nao eram humanas, que eram algo mais, que eram deusas, monstros nao podiam ser, pois tal beleza nao continha maldade, sabia isto, pois sua mae nunca o tinha falado de pessoas com cauda de peixe, e pensou para si mesmo que provalvelmente mais niguém havera visto tais criaturas, pensou em contar a José Oliveira, mas este andava sempre a dizer que era bebado e nao iria acreditar nele, entao decidiu apanhar uma destas jovens para mostrar ás pessoas uma mulher com uma cauda de peixe, para que estas acreditassem nele ao contar de tal descoberta, depois pensou que as pessoas respeitando-o talvez o dessem um emprego decente e assim podia deixar de chegar a casa cheirando a peixe e podia finalmente dizer adeus ao teimoso do mar, Abílio tinha de apanhar uma das jovens. Abílio pousou o garrafão na pedra, tirou as botão lentamente e preparou-se para correr, olhou de novo para as jovens para se lançar até uma, elas já estavam na agua, Abílio lançou-se pela pedra abaixo, mergulhou na agua, debaixo de agua olhou para as jovens que nadavam como peixes á sua volta, olhou directamente nos olhos de uma jovem, eram profundos, longicuos como o horizonte, tentou apanhar uma, agarrou nos ombros, mas esta conseguiu fugir-lhe, as suas maos ao escorregar pelo corpo da jovem tocaram-lhe nos seios, Abílio perdeu a sua oportunidade, perdeu as deusas do mar, depressa o ar faltou a Abílio, entrou em panico debaixo de agua, Abílio nao sabia nadar e morreu afogado.
As pessoas dizem que caiu á agua enquanto andava pelas pedras bebado, mas o que não sabem é que Abílio morreu tentado mostrar-lhes uma deusa.
