Era uma vez uma jovem chamada Maria, era estudante, estudava para ser artista, estudava para ser pintora, deste de pequena que desenhava as arvores de fruta que tinha no quintal, o seu pai que se chamava António, desde de cedo viu talento em Maria, António era lavrador, tinha 12 vacas que o davam o pouco leite suficiente para sobreviver com a mãe de Maria e o irmão.
António de pouco sabia de pintura ou desenho mas ao ver um desenho que Maria havera feito do pequeno cachorro que rodava a carrossa logo de manha quanto Antonio montava o cavalo para ir para as vacas, Antonio reparara no pormenor do desenho e como este o fez sentir mal quando batia no cachorro quando este nao saia do caminho, o pequeno desenho de Maria havera feito Antonio sentir algo e este teve logo a certeza que Maria tinha de ser uma artista porque ela fazia despertar sentimento através de uns traços num papel a um homem duro como ele.
António e Alda, mãe de Maria, primeiramente tiveram o Rui, o irmão de Maria, mas este havera nascido com um problema mental que o impedia de falar Rui apenas segui-a Antonio para todo o sitio, pouco ele fazia, ás vezes apanhava pequenas coisas do chão e colocava na boca, mas Maria sabia que Rui era mais esperto do que parecia. Maria uma vez na mesa a jantar deixou cair o garfo para o chão, afastou a cadeira e joelhou-se para o apanhar, ao olhar por entre os pés da mesa reparou que Rui tinha uma mão em cima da perna e os seus dedos estavam mexendo para baixo e para cima, como se estivesse a tocar nas teclas de um piano, e reparou que eles mexiam-se em cada som de cada silaba de cada palavra que saia da boca de Antonio, Maria reparou que Rui não era o distraido que pensavam ser, ele prestava mais atenção ao mundo que todas as outras pessoas, ele através da ponta dos dedos tocava os sons do que o rodeava, Maria reparou que Rui era especial.
Certo Domingo estavam na Igreja, celebrando a missa, toda a comunidade se encontrava lá, o padre estava acabara de dar o sermão e um pequeno silencio se fazia enquanto o Padre voltava para o seu lugar, Rui que estava sentado ao lado de sua irmã, nos ultimos bancos da igreja, começou do nada a tocar nas pernas com as pontas dos dedos, fazendo um pequeno barulho parecido com as patas de um rato a passar pela madeira, Maria olhou para ele, depressa veio á mente de Maria que Rui estava a ouvir algum barulho e tava a toca-lo com a pontas dos dedos, mas um silencio rodava a estrutura paroquial, todas as pessoas estava caladas e mal se mexiam, Maria olhou denovo para Rui ele estava a tocar cada vez com mais força, chegando até a dar murros na perna, o som já se fazia notar uns bancos á frente, as pessoas começavam a olhar para trás, Maria tentava perceber que som o fazia enfurecer dessa maneira, mas o silencio instalara-se na sala por aqueles segundos, interropendo o silencio estavam os murros de Rui que chegavam agora a todas as pessoas, de instante todos olhavam para Rui, até que o padre voltou se para o publico e gritou para Rui
- Jovem! Mas...
O chão mexeu-se, mexeu-se com uma força violenta, tudo na igreja tremia fortemente, as velas, os bancos, as portas...todos juntos faziam um barulho semelhante a uma caixa de fosforos quanto cai aos chão e os fosforos chocamlham no interior, a terra tremia, as pessoas gritaravam e tentanvam vir para o exterior, mas eram empurradas de um lado para o outro como fosforos numa caixa.
Rui agora dava murros com as duas maos, Maria gritava com ele, puxando-o com toda a sua força para fora da igreja.
- Rui...consentrate na minha voz!!
De repente Rui para de dar murros e no mesmo instante o chão parou de tremer.
...................................continua.........................
António de pouco sabia de pintura ou desenho mas ao ver um desenho que Maria havera feito do pequeno cachorro que rodava a carrossa logo de manha quanto Antonio montava o cavalo para ir para as vacas, Antonio reparara no pormenor do desenho e como este o fez sentir mal quando batia no cachorro quando este nao saia do caminho, o pequeno desenho de Maria havera feito Antonio sentir algo e este teve logo a certeza que Maria tinha de ser uma artista porque ela fazia despertar sentimento através de uns traços num papel a um homem duro como ele.
António e Alda, mãe de Maria, primeiramente tiveram o Rui, o irmão de Maria, mas este havera nascido com um problema mental que o impedia de falar Rui apenas segui-a Antonio para todo o sitio, pouco ele fazia, ás vezes apanhava pequenas coisas do chão e colocava na boca, mas Maria sabia que Rui era mais esperto do que parecia. Maria uma vez na mesa a jantar deixou cair o garfo para o chão, afastou a cadeira e joelhou-se para o apanhar, ao olhar por entre os pés da mesa reparou que Rui tinha uma mão em cima da perna e os seus dedos estavam mexendo para baixo e para cima, como se estivesse a tocar nas teclas de um piano, e reparou que eles mexiam-se em cada som de cada silaba de cada palavra que saia da boca de Antonio, Maria reparou que Rui não era o distraido que pensavam ser, ele prestava mais atenção ao mundo que todas as outras pessoas, ele através da ponta dos dedos tocava os sons do que o rodeava, Maria reparou que Rui era especial.
Certo Domingo estavam na Igreja, celebrando a missa, toda a comunidade se encontrava lá, o padre estava acabara de dar o sermão e um pequeno silencio se fazia enquanto o Padre voltava para o seu lugar, Rui que estava sentado ao lado de sua irmã, nos ultimos bancos da igreja, começou do nada a tocar nas pernas com as pontas dos dedos, fazendo um pequeno barulho parecido com as patas de um rato a passar pela madeira, Maria olhou para ele, depressa veio á mente de Maria que Rui estava a ouvir algum barulho e tava a toca-lo com a pontas dos dedos, mas um silencio rodava a estrutura paroquial, todas as pessoas estava caladas e mal se mexiam, Maria olhou denovo para Rui ele estava a tocar cada vez com mais força, chegando até a dar murros na perna, o som já se fazia notar uns bancos á frente, as pessoas começavam a olhar para trás, Maria tentava perceber que som o fazia enfurecer dessa maneira, mas o silencio instalara-se na sala por aqueles segundos, interropendo o silencio estavam os murros de Rui que chegavam agora a todas as pessoas, de instante todos olhavam para Rui, até que o padre voltou se para o publico e gritou para Rui
- Jovem! Mas...
O chão mexeu-se, mexeu-se com uma força violenta, tudo na igreja tremia fortemente, as velas, os bancos, as portas...todos juntos faziam um barulho semelhante a uma caixa de fosforos quanto cai aos chão e os fosforos chocamlham no interior, a terra tremia, as pessoas gritaravam e tentanvam vir para o exterior, mas eram empurradas de um lado para o outro como fosforos numa caixa.
Rui agora dava murros com as duas maos, Maria gritava com ele, puxando-o com toda a sua força para fora da igreja.
- Rui...consentrate na minha voz!!
De repente Rui para de dar murros e no mesmo instante o chão parou de tremer.
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