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relizador e produtor a minha inspiraçao estará para sempre deitada nos açores, contém uma mistura de magia e genuidade que me surpreende. diogao_asp@hotmail.com

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

História de Maria

Era uma vez uma jovem chamada Maria, era estudante, estudava para ser artista, estudava para ser pintora, deste de pequena que desenhava as arvores de fruta que tinha no quintal, o seu pai que se chamava António, desde de cedo viu talento em Maria, António era lavrador, tinha 12 vacas que o davam o pouco leite suficiente para sobreviver com a mãe de Maria e o irmão.
António de pouco sabia de pintura ou desenho mas ao ver um desenho que Maria havera feito do pequeno cachorro que rodava a carrossa logo de manha quanto Antonio montava o cavalo para ir para as vacas, Antonio reparara no pormenor do desenho e como este o fez sentir mal quando batia no cachorro quando este nao saia do caminho, o pequeno desenho de Maria havera feito Antonio sentir algo e este teve logo a certeza que Maria tinha de ser uma artista porque ela fazia despertar sentimento através de uns traços num papel a um homem duro como ele.
António e Alda, mãe de Maria, primeiramente tiveram o Rui, o irmão de Maria, mas este havera nascido com um problema mental que o impedia de falar Rui apenas segui-a Antonio para todo o sitio, pouco ele fazia, ás vezes apanhava pequenas coisas do chão e colocava na boca, mas Maria sabia que Rui era mais esperto do que parecia. Maria uma vez na mesa a jantar deixou cair o garfo para o chão, afastou a cadeira e joelhou-se para o apanhar, ao olhar por entre os pés da mesa reparou que Rui tinha uma mão em cima da perna e os seus dedos estavam mexendo para baixo e para cima, como se estivesse a tocar nas teclas de um piano, e reparou que eles mexiam-se em cada som de cada silaba de cada palavra que saia da boca de Antonio, Maria reparou que Rui não era o distraido que pensavam ser, ele prestava mais atenção ao mundo que todas as outras pessoas, ele através da ponta dos dedos tocava os sons do que o rodeava, Maria reparou que Rui era especial.
Certo Domingo estavam na Igreja, celebrando a missa, toda a comunidade se encontrava lá, o padre estava acabara de dar o sermão e um pequeno silencio se fazia enquanto o Padre voltava para o seu lugar, Rui que estava sentado ao lado de sua irmã, nos ultimos bancos da igreja, começou do nada a tocar nas pernas com as pontas dos dedos, fazendo um pequeno barulho parecido com as patas de um rato a passar pela madeira, Maria olhou para ele, depressa veio á mente de Maria que Rui estava a ouvir algum barulho e tava a toca-lo com a pontas dos dedos, mas um silencio rodava a estrutura paroquial, todas as pessoas estava caladas e mal se mexiam, Maria olhou denovo para Rui ele estava a tocar cada vez com mais força, chegando até a dar murros na perna, o som já se fazia notar uns bancos á frente, as pessoas começavam a olhar para trás, Maria tentava perceber que som o fazia enfurecer dessa maneira, mas o silencio instalara-se na sala por aqueles segundos, interropendo o silencio estavam os murros de Rui que chegavam agora a todas as pessoas, de instante todos olhavam para Rui, até que o padre voltou se para o publico e gritou para Rui
- Jovem! Mas...
O chão mexeu-se, mexeu-se com uma força violenta, tudo na igreja tremia fortemente, as velas, os bancos, as portas...todos juntos faziam um barulho semelhante a uma caixa de fosforos quanto cai aos chão e os fosforos chocamlham no interior, a terra tremia, as pessoas gritaravam e tentanvam vir para o exterior, mas eram empurradas de um lado para o outro como fosforos numa caixa.
Rui agora dava murros com as duas maos, Maria gritava com ele, puxando-o com toda a sua força para fora da igreja.
- Rui...consentrate na minha voz!!
De repente Rui para de dar murros e no mesmo instante o chão parou de tremer.

...................................continua.........................

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